Mostrar mensagens com a etiqueta K-304. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta K-304. Mostrar todas as mensagens

9 de maio de 2007

Um historial de vitórias!

Não só de vitórias morais viveu o K-304. Entre muitos dos seus feitos, este diz respeito a um torneio realizado em 1993, denominado 1º Torneio Inter-Torres, onde participaram as seguintes equipas:
-Prosegur; K-304; Finser; Inogi; Barclays Bank; Telecel 1; AutoLabo; Fintesouraria; SPL; CISF; Sofinloc; Jardine; Telecel 2; PSA; Automercantil e Finantia.
A equipa inscrita do K-304 tinha os seguintes jogadores: Jorginho; Zeca; Jorge Costa; Miguel Bastos; Miguel Fernandes; Miguel Mexia; Paulinho e Sérgio Cunha.
De salientar que um dos árbitros deste torneio foi o Guilherme, que em 1993 era árbitro federado.
Posso adiantar que o 1º Classificado foi o K-304, o melhor marcador do torneio foi o Jorginho e o melhor guarda-redes foi o Mexia.
FOMOS OS MELHORES !
A taça ficou com o capitão da equipa mas a vitória foi de todos nós, do K e dA Rua.
Parabéns

Zeca

3 de maio de 2007

Os Magos da Bola

A Rua tinha uma excelente equipa de futebol pois tanto jogávamos futebol de 5, como futebol de 7 e também futebol com 11 jogadores. Não esquecendo a facilidade de jogarmos com qualquer número de jogadores, desde que jogássemos futebol.
Tínhamos também o futebol humano e aí era uma equipa mista de homens e mulheres (na altura miúdos e miúdas) que praticávamos na Rua João Bastos, com afinco.
Jogávamos em qualquer campo, independentemente do seu tamanho, piso, inclinação, forma e local, à chuva, ao vento e ao frio mas também à noite e ao sol escaldante do Verão.
Tínhamos o Tó-Zé,o Xepita e o João Cigano que concorriam a dar toques até aos 5 mil...
Tínhamos o corno de ouro, fossão como ninguém que pegava na bola e quase a levava para casa, o Bronze, veloz como o vento mas com alguma dificuldade em curvar ou parar, o Chico, o nosso 1º guarda-redes que voava e caía no mesmo sítio , o Zé Paulo que quando saltava para cabecear a bola abria a boca para chegar mais alto ...
Éramos Bons.
Conseguimos inúmeras vitórias, algumas taças e muitas nódoas negras.Tínhamos uma equipa de tal forma excelente que marquei um jogo com uma equipa federada – o Outurela – lembram-se ?Foi uma vitória, moral, pois serviu para percebermos a nossa dimensão mas, fora isso, dentro do nosso meio éramos bons.
Ainda se lembram do resultado ?

Zeca

26 de abril de 2007

K-304: Um Passado de Glória












O glorioso K-304 atingiu patamares de glória que marcaram para sempre as vidas dos seus atletas e perduram hoje na memória colectiva dos seus sócios, apoiantes e mirones.
A sua equipe de futebol, com jogadores de capacidades inatas para a prática desportiva, tantas vezes alvo dos “olheiros” das equipes adversárias, conquistou troféus nas mais variadas competições, elevando bem alto a garra da “malta da rua”.
O Paulo Abreu enviou estas fotos, talvez de 1980, no velhinho campo das Salésias, que provam a fama ganhadora do K-304. A equipe acabara de conquistar mais uma taça de dimensões a perder de vista. Uma taça que repousa hoje numa estante da casa do treinador de então.

O Blog da Rua

6 de abril de 2007

1º Jantar do K-304











Caros amigos e amigas!
Por questões profissionais ou outras, o K-304 teve necessidade de criar algo que motivasse encontros mais frequentes entre os seus associados e simpatizantes. De certeza que foram ponderadas diversas actividades, mas a gastronomia acabaria por ser eleita por unanimidade. Surge então o jantar mensal, a ser realizado no primeiro sábado de cada mês, que como podem ver na foto presente, e até prova em contrário, terá nascido a 1 de Janeiro de 1990, (Porra!!!! Já lá vão 17 anos).
Neste jantar como em muitos outros comeu-se, bebeu-se e se bem me lembro alguém abordou literatura Portuguesa, ( sujeito a confirmação). Se formos ao baú das recordações, de certeza que todos teremos uma historia destes jantares para contar. Lembro-me, por exemplo, de estarmos para os lados de Alcabideche e o milagre acontecer: o empregado trouxe apenas uma vez vinho branco e o jantar foi regado, e bem, com vinho tinto. Nessa noite ainda conseguimos que uma fantástica planta fizesse parte do jardim de um associado do K, sem que esta tivesse sido plantada lá (garanto que o Luís de Matos não estava presente).
Para terminar alguém sabe onde ouvimos isto?
“Chor Zé Paulo e Chor Carlão é favor…”

Beijinhos e abraços

Lico (LC)

20 de março de 2007

Uma Missão Arriscada

Além do seu estádio principal - a Malaca -, o K-304 tinha vários campos de treinos. O mais utilizado, até porque estava mesmo à porta, era a praceta frente aos números 5 e 6. Um relvado tratado por uma fiel equipe de jardineiros que, de tempos a tempos, por lá passavam algumas horas: no corte da relva, na rega, nos arranjos florais. Um mimo que todos nós tratávamos de degradar, dada a intensidade dos treinos.
O espaço era bonito e apetecível: alguns bancos de madeira para instalação das claques e mirones, também das meninas, claro está; árvores que uma mente visionária plantou já na perspectiva de utilização como futuras balizas e mesmo uma “instalação” em ferro, que poucos utilizaram como diversão, mas que dava mesmo jeito para testar os reflexos dos guarda-redes.
Parecia tudo perfeito. Mas não era verdade!
No centro do “campo” existia um arbusto, conhecido pelos “picos”. Era terrível. Os tais picos furavam as bolas que lá batessem e, em caso de jogadas mais enérgicas, todos nós sentíamos na pele a dureza dos ramos. Uma chatice!
Mas, para grandes males, grandes remédios e só havia uma solução: cortar o mal pela raiz. Assim se pensou, assim se executou.
Numa noite de Março de 1975, em pleno PREC, eu, o Zé Paulo, o Finuras e o Rolão partimos para a missão: vigias nas esquinas e serrote apropriado. Alguns minutos depois os “picos” tinham passado à história. Um sucesso devidamente comemorado noite dentro.
No dia seguinte, à hora do almoço, no regresso do D. João, o cenário não podia ser pior: polícia municipal, jardineiros, encarregados da Câmara, enfim, uma catástrofe.
Alguém tinha assistido a tudo. Quem? A “sopeira” do A…. que “bufou” tudo ao amante, nem mais nem menos que o terrível “cenoura”, encarregado dos jardineiros. O caldo estava entornado!
O resultado foi o pagamento da “coima”, cujo comprovativo sobreviveu até hoje!
Valeu a pena!
tó-zé

21 de fevereiro de 2007

O que é o K?

Aqui vai o meu relato sobre o K - do qual fui apenas atleta nunca pertenci aos corpos dirigentes – ficando a aguardar eventuais correcções dos que têm registos mais rigorosos de tão ilustre clube.
O K304 é uma associação desportiva amadora que acolheu um vasto número de modalidades e atletas de grande versatilidade. Embora de modestos recursos financeiros o seu património edificado era vastíssimo e incorporava, na década de 80, alguns conceitos que viriam a ser desenvolvidos por outros clubes. Vejamos:
Foi dos primeiros clubes, quiçá o primeiro, a possuir uma aldeia olímpica – A Rua - concentração de infra-estruturas desportivas e de alojamentos dos atletas, bem como facilidades de restauração, lavandaria, cabeleireiro - consta que até havia massagistas embora eu não possua confirmação factual.
Durante a sua actividade foi alienando algum património, à semelhança do que alguns Clubes fazem hoje, para poder recrutar alguns atletas mais caros – os cromos.
De seguida vou caracterizar algumas das secções mais importantes do Clube, solicita-se aos demais atletas e dirigentes a sua contribuição e feroz crítica – afinal o blog não é pessoal e decerto existem mais memórias para além das minhas e das do administrador do mesmo, lembram-se que ele foi um dos treinadores da equipa de futebol?
Sede Social, Direcção e Serviço Administrativo (A Esquina) –Local de reuniões da Administração da SAD, Direcção, Assembleias Gerais e outras. Local muito frequentado também pelos pais e críticos à actuação dos atletas, dispunha como hoje – em regime de concessão - de Bar de apoio à actividade da Direcção e dos atletas. Relembro a simpatia do Sr. António que nos brindava sempre com um afável “ E este!” quando irrompíamos por ali adentro a pedir – certamente com a maior educação – um estica, uma bomboka, uma pirata, um pacote de bolacha torrada, etc…
Era aqui que se tomavam as grandes decisões do Clube, quando e contra quem vamos jogar? Qual o património a alienar? Onde vamos arranjar madeira para a fogueira dos Santos?
Também esteve aqui alojado o Gabinete de Imprensa – epá eu conto-te isto mas tu não dizes nada a ninguém, tá bem? Eu seja ceguinho, em mim podes confiar – ainda não havia net e tínhamos que improvisar para espalhar as novas…
Numa altura mais complicada alojou o piquete nocturno da segurança ao parque de estacionamento e a escolta aos amigos(as) que desciam à noite na paragem do “enléctico”. Quem é que ia a “Buem de enléctico comer wulas”?
Nos próximos posts vou tentar caracterizar :
Secção Feminina ( Jardim das Meninas )
Secção Masculina ( Jardim dos Rapazes )
Secção de Mini-golfe e ciclocross (Jardim do Crocodilo)
Buraco – actividades radicais ao ar livre
Barracão – idem mas (indoor)
Martins Barata – actividades de estrada
João Bastos – actividades de estrada e desportos com bola
Vila Correia – Kartódromo ( Karts sem motor)
Vivenda – Actividades radicais em ambiente urbano
Malaca – estádio do K
Planetário – Tiro com arco, BTT, tuna, sala de fumo, etc…
Muro – bancadas, aconselhamento psicológico, gabinete de aconselhamento jurídico e sentimental.

Alguém me ajuda a caracterizar estes espaços? Pelo menos uns comentariozitos p´animar o blog.
Milhano

18 de fevereiro de 2007

Vamos Jantar?

Primeiro discutiu-se o alargamento do jantar do K, depois como se iriam contactar alguns elementos mais distantes, depois se se podia alargar às meninas, etc…
A fase mais entusiasmante, pelo menos para quem esteve na reunião dos contactos, foi a surpresa com que fomos vendo a lista a crescer. Primeiro referenciaram-se os mais óbvios e depois surgiram as surpresas:
- Já alguém contactou o F?
- Quem?
- O primo do C? Não te lembras? Tinha uma bicicleta azul - ou tinha uma bola branca, ou etc… - Vou ver se consigo contactá-lo.
Foi contagiante registar a forma como todos nos envolvemos para chamar os que estavam mais esquecidos nas nossas memórias. Há ainda muito para fazer, faltam contactos de cerca de trinta, mais o que na altura não foram referenciados – sim ainda foram alguns os esquecidos, incrível não é?
Mas, apesar de não ter sido possível chegar a todos foi bonita a festa pá...
Lá nos fomos chegando, à hora combinada para, entre surpresas e abraços, nos reecontrarmos com uma parte importante das nossas memórias.
Quem é aquele? Que gira que está a A..! O L.. está na mesma.
A organização atarefava-se entre a vontade de abraçar os amigos e o de não deixar transparecer a preocupação de que algo falhasse no jantar, alcunhado pelo pessoal do restaurante como “O Jantar dos Sem-Abrigo”. Rua / Sem Abrigo, perceberam?
À medida que íamos chegando lá nos fomos arrumando, inicialmente nos grupos mais tradicionais e expectáveis, geracionais, amizades, interesses comuns… Com o decorrer do tempo foi divertido ver que, embora as matrizes iniciais existam, conseguimos ultrapassa-las e fundimo-nos numa matriz mais homogénea que é a Malta da Rua. Foi giro, muito giro.
Com o início do jantar – havia comida? Quase não dei por isso, tal era a fome de conversa – lá nos fomos juntando nas mesas para continuação da converseta.
Inicialmente mais tímidas as conversas rapidamente se foram descontraindo e era visível o contentamento geral.
Apesar de faltarem alguns, esta quase parece a Mesa da Assembleia Geral da SAD do K304.
O que é isso? Fica para outro dia.
E aqui ao lado um grupo de influência fortíssimo nos “eigthies”, sob o olhar atento do Boris, que parece pensar “ O que é que fui fazer para Macau?”.
As belezas nacionais batem as alemãs, certo? Cuidado com a resposta.
Temos que repetir – com outra equipa a organizar. Eu registei algumas ofertas de que não me vou esquecer.

Jinhos p´as meninas e caneladas p´os rapazes,
Milhano