28 de novembro de 2007
27 de novembro de 2007
Gambuzinos ao saco
Once upon a time there is a litle criancinha que foi aos gambuzinos.
Bem, não foi só uma criancinha, foram algumas, lembram-se de alguém ?
O pessoal dA Rua divertiu-se bastante com estas histórias pois alguém ir aos gambuzinos era algo delicioso para, óbviamente, quem já conhecia a história.
A história basicamente era levar um qualquer amigo nosso que não soubesse o que era um gambuzino para tentar apanhar um. Ora para isso acontecer bastava levar um saco na mão e aberto para ele entrar, e dizer "gambuzinos ao
saco", "gambuzinos ao saco" e isto era sempre de noite pois era mais fácil apanhar um ( lembro-me que a área circundante do Museu de Marinha serviu para essa caça).
Ora como esse animal não existia, servia de gozo a todos os que conheciam a história e que se aproveitavam dela para se divertirem com aqueles que não a conheciam. Eramos miúdos.
Agora que já somos crescidinhos posso os informar que os pobres coitados de quem "gozavamos", coitados, nunca apanharam nunhum gambuzino porque, simplesmente, quem organizava a caçada não sabia que os gambuzinos se apanhavam à rede, ou à cana pois são peixes e, portanto, estão dentro de água e não fora dela.
E esta ?
Bem, não foi só uma criancinha, foram algumas, lembram-se de alguém ?
O pessoal dA Rua divertiu-se bastante com estas histórias pois alguém ir aos gambuzinos era algo delicioso para, óbviamente, quem já conhecia a história.
A história basicamente era levar um qualquer amigo nosso que não soubesse o que era um gambuzino para tentar apanhar um. Ora para isso acontecer bastava levar um saco na mão e aberto para ele entrar, e dizer "gambuzinos ao
saco", "gambuzinos ao saco" e isto era sempre de noite pois era mais fácil apanhar um ( lembro-me que a área circundante do Museu de Marinha serviu para essa caça).Ora como esse animal não existia, servia de gozo a todos os que conheciam a história e que se aproveitavam dela para se divertirem com aqueles que não a conheciam. Eramos miúdos.
Agora que já somos crescidinhos posso os informar que os pobres coitados de quem "gozavamos", coitados, nunca apanharam nunhum gambuzino porque, simplesmente, quem organizava a caçada não sabia que os gambuzinos se apanhavam à rede, ou à cana pois são peixes e, portanto, estão dentro de água e não fora dela.
E esta ?
zeca
18 de novembro de 2007
Dom de oratória
Na Assembleia de Freguesia de Belém realizada a 26 de Abril, um ilustre vizinho fez a seguinte intervenção:"Boa noite Sra. Presidente! Boa noite caro Executivo, caros colegas, excelentíssimo público! Eu tinha 2 questões, uma delas é esta que o meu colega Fernando Costa acabou de falar, e para lembrar uma coisa que é tão simples quanto isto: na Rua Duarte Pacheco Pereira foram colocadas bandas sonoras para evitar que os carros e autocarros ganhassem velocidade e criassem algum perigo nessa rua. Acontece que neste caso da Avenida Vasco da Gama e também aqui assim na Calçada do Galvão, especialmente os autocarros da Carris em determinadas horas passam a velocidades que, em caso de emergência, não serão capazes de parar. É pois nesse sentido que eu julgo que é urgente criar um sistema de estancamento à velocidade que permita pelo menos às pessoas em segurança transitarem. Por último, eu queria fazer uma pergunta ao Sr. Presidente, e esta é uma pergunta com alguma piada: a semana passada, de manhã, eu estava à minha janela e vi um empreiteiro da Junta com um espelho retrovisor, daqueles espelhos grandes das esquinas, colocá-lo à minha porta. Ou por outra, em frente à minha janela. Bem, eu pensei: bem, se calhar aquilo é para os carecas se pentearem, eu tenho alguma dificuldade em ver-me no espelho, de maneira que aquilo deve ter sido uma oferta, se calhar do Sr. Presidente. É porque realmente se aquilo tivesse no sentido oposto, eu até talvez percebesse, porque há uma rua, que é a Rua João Bastos, que vai ali desembocar, tem 2 sentidos, ainda era possível. Agora, naquele sítio? Quando saiu de lá o Gabinete de Apoio à Refer, o Gabinete de Apoio da Ponte, neste momento entram ou saem 2 carros para o Museu da Marinha, ir lá pôr aquele sinal… bem, salvo melhor explicação, ao menos mandem voltá-lo para o 4.º andar, que é para eu me poder pentear lá de cima. Tenho dito! Exacto, por ser côncavo dá para um indivíduo ver a nuca também. Tenho dito Sra. Presidente!"
Quem foi o careca orador?
tó marques
11 de novembro de 2007
A Freguesia da Ajuda

Considerada uma das freguesias mais antigas da cidade de Lisboa. Instituída no 1º quartel do séc. XVI, integrando várias populações onde salientamos a de Alcântara, Belém, transferindo-se nesta mesma data a sede da Freguesia da Ajuda para o Convento da Boa-Hora. Em 1852 a Freguesia da Ajuda ficou separada do Concelho de Lisboa passando a fazer parte do Concelho de Belém onde se manteve até uma reforma posterior que voltou a incluí-la em Lisboa.
Os primórdios históricos desta Freguesia remontam à época em que a Ajuda não passava de um local despovoado e inculto que ocupava uma dimensão bastante significativa pois estendia-se da Praia de Belém até à Serra de Monsanto.
Que factor contribuiu para que a Freguesia da Ajuda crescesse em termos populacionais?
Segundo a lenda, um pastor que passava por estes lados deparou-se com a imagem da Virgem numa fenda de uma rocha. A notícia desta aparição propagou-se rapidamente contribuindo para a proliferação de manifestações de fé. De todo o lado vieram devotos a adorar a imagem, trazendo oferendas em dinheiro e jóias proporcionando, com os recursos obtidos, a construção, no local onde foi encontrada a imagem, da Ermida de Nª Srª da Ajuda. A partir daqui a Freguesia da Ajuda passou a ser povoada por gente que queria viver sob a protecção do santuário o que levou à construção de tendas de venda, barracas e casas, nascendo assim um povoado que não parou de crescer, devido ao número cada vez maior de devotos e peregrinos que rumavam a estas paragens para adorar a Virgem. Este facto veio contribuir para a construção de um templo de devoção maior e melhor que a primitiva igreja.Dª Catarina, mulher de D. João III era muito devota à Nª Srª da Ajuda, facto que proporcionou o desenvolvimento da Freguesia na medida em que a devoção trouxe a corte a estas paragens levando nobres e fidalgos a construírem as suas casas de campo na Ajuda, tornando-se por isso uma zona de eleição destinada a gente fina e abastada.

Após o terramoto de 1755, vieram instalar-se na Ajuda o rei D.José e a corte. Ocuparam a Quinta de Cima onde foi construído um paço de madeira denominado de a "Régia Barraca". Também a capela foi transferida para uma construída na igreja paroquial de Nª Srª da Ajuda. Em 1756 transferiram-se para a Ajuda os frades Agostinhos, provenientes do Convento da Boa-Hora, em Lisboa, destruído pelo terramoto. Foi edificado um novo Convento denominado também de Boa-Hora.Nessa época e por questões de segurança, muitos dos moradores terão escolhido, nessa altura a Ajuda para habitar. Devido a este facto, em 1758, a população tinha passado de 1059 para 4748 habitantes.
Por volta de 1762-1763 a freguesia da Ajuda deixou de ser considerada suburbana, sendo incluída nos limites da cidade.No que diz respeito à sua estrutura em termos de rede viária, na época os arruamentos eram apenas cinco: Calçada da Ajuda que ligava Alcântara à Ajuda; Travessa da Estopa; Calçada de Nª Srª da Ajuda; Rua das Mercês e Rua da Paz. Os restantes acessos resumiam-se a caminhos ou estradas como por exemplo a Estrada do Penedo (Calçada do Galvão) ou a Estrada da Ajuda para Carnaxide (via Caramão e Caselas). Existiam muitos terrenos agrícolas, pedreiras, fornos de cal e moinhosEm 1768, na Horta da Quinta de Cima, Marquês de Pombal mandou plantar o Jardim Botânico.Entre 1766 a 1787 Pina Manique mandou construir o cemitério da Ajuda (junto ao sitio da "Cruz das Sardinheiras"). Este cemitério era destinado a "criados da casa real e pobres da Ajuda e Belém.
A história marcou a Freguesia da Ajuda, por aqui passaram reis e rainhas que deixaram uma herança em termos de património importantes para que seja reconhecida como uma zona turística. Desta herança salientamos o Palácio Nacional da Ajuda.
texto retirado do site da Junta de Freguesia da Ajuda
zeca
8 de novembro de 2007
1 de novembro de 2007
Terramoto de 1755
A 1 de Novembro de 1755, às 9.20 da manhã, um sismo seguido de tsunami destruiu parcialmente a cidade de Lisboa, originando cerca de 10 mil mortos. Ficou conhecido como o Terramoto de Lisboa.O Rei D.José encontrava-se em Belém num passeio com as princesas e escapou ileso. Passou o resto da vida em luxuosas tendas montadas no Alto da Ajuda: a Real Barraca da Ajuda. Fica assinalada a efeméride com uma gravura dos efeitos no Mosteiro dos Jerónimos.
tó marques
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